Época de eleição é a mesma coisa de sempre: pão e circo, invenção genial dos romanos e que muita gente pensa que isso é coisa da Antiguidade. Na verdade, até aperfeiçoamos o método.
É comum também, neste período, recebermos milhares de mensagens que atiram críticas por todos os lados, quando não aquelas do tipo: "Votem nas putas, porque nos filhos não adiantou" e assim por diante. Enfim, todo esse blá-blá-blá que, vamos confessar, já enjoou.
Mas como dizem que é legal estar na moda, e agora a moda é o processo eleitoral do dia três de outubro, o meu único aviso é uma reflexão simples. Não adianta votar em Tiririca, em garota de programa, em ex-BBB, em KLB, em mulher-fruta ou no campeão do rodeio internacional. Estes mal lembram de seus últimos votos e estão lá para fazer palhaçada. Mas fique atento aos bandidos de terno. Votar num palhaço é uma coisa. Votar num candidato graduado de terno e gravata que vai fazer o coletivo de palhaço é outra bem diferente. Mas em nenhum desses casos os problemas políticos brasileiros poderão ser solucionados (inclusive, às vezes nem quando votamos em candidatos com propostas interessantes a situação muda. Imagine nestes).
Votar consciente é tudo que se pode pedir, mas infelizmente não é o que estou esperando dessas eleições, principalmente em se tratando do Governo do Estado de São Paulo.
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